Ter dúvidas é próprio da parentalidade ou não vivamos o ser mãe e o ser pai com amor, afeto, preocupação e interesse. Mais, o crescimento e o percurso de vida da criança revelam-se por questões que, no dia-a-dia, incomodam, perturbam e causam stresse.
Ter filhos também é isso: ganhar cabelos brancos!


Mas se pudermos viver o quotidiano com menos ansiedade, viveremos mais felizes e teremos tempo e disponibilidade para investir noutros aspetos mais interessantes deste fantástico fenómeno de sermos mães ou pais.

Na rubrica de hoje vamos responder a algumas das perguntas sobre o “significado de uma criança”:

•    Desde quando começamos a pensar em crianças, na nossa vida?
•    O que significa uma criança para uma pessoa?
•    Os direitos das crianças estão a ser cumpridos? É que se fala tanto de crianças maltratadas e abusadas…
•    Quais os principais problemas atuais das crianças portuguesas?
•    Não é verdade que temos uma das melhores mortalidades infantis do mundo todo?
•    As crianças estão a ficar muito stressadas e agitadas? É delas, dos computadores, dos pais, da escola, da sociedade...
•    O que sugeria ao primeiro-ministro ou à Assembleia da república, como medidas para melhorar a vida das crianças portuguesas?

 

Uma hora a não perder, nesta segunda-feira de Janeiro, às 17:30, na SIC Mulher!

 

E se tem dúvidas e as quer ver respondidas pelo pediatra Mário Cordeiro, não hesite, deixe-as aqui no nosso blog e fique atenta ao programa!

 

Veja o vídeo aqui!



Algumas crianças têm esta situação, em que existe uma perturbação da atenção ou um excesso de distracção, associados ou não a hiperactividade. Durante muitos anos esta síndroma só era diagnosticada depois da entrada no 1º ciclo, quando a criança começava a dar problemas na sala de aula ou a ter insucesso escolar. Agora, contudo, com o maior conhecimento da maioria dos pais e profissionais, os casos começam a ser suspeitados mais cedo, embora muitas vezes do modo que relatei acima.
Os estudos que as neurociências permitem e o resultado dos tratamentos mostram que, falando de um modo coloquial, parece haver uma deficiência de substâncias que facilitam a transmissão dos impulsos cerebrais de neurónio para neurónio, no cérebro (neurotransmissores) – digamos que o sistema operativo das crianças com SHDA não é exactamente o mesmo da maioria, criando alguma dificuldade na gestão da informação e da capacidade de concentração e atenção.
Para além de uma componente genética, testemunhada pela maior incidência quando algum familiar próximo tem a situação (embora muitos pais, como se refere no “caso” abaixo, possam tê-la tido sem o saber), várias teorias têm sido avançadas, desde a ingestão de corantes e conservantes ou de adoçantes durante a gravidez, ou de outras causas ambientais. Nunca se provou qualquer destas teorias.
A incidência varia muito conforme as casuísticas – de 1 a 7%, uma variação muito grande, dependente de não se ter definido bem ainda os critérios para, por exemplo, medicar uma criança, o que consagra a situação... como doença. Não há dados fiáveis em Portugal, a nível populacional. Os rapazes são mais afectados numa proporção de perto de cinco vezes mais.
Numa numerosa percentagem, os sintomas esvanecem-se uma vez ultrapassada a infância, o que explica, por exemplo, a gradual melhoria de desempenho do pai do Vasco.
As crianças com esta síndroma podem ser predominantemente hiperactivas, predominantemente desatentas ou uma mistura mais equilibrada das duas coisas.
A componente “falta de atenção” tem que incluir seis dos seguintes sintomas, durando mais de 6 meses, num tal grau que causa inadaptação ou problemas, maiores do que o que seria de esperar para o grau de desenvolvimento da criança desta idade:

• desatenção aos pormenores, e não evoluir, por exemplo no pormenor dos desenhos;
• dificuldade em manter a atenção em qualquer actividade, no jardim de infância;
• parecer não ouvir o que se lhe está a dizer;
• não conseguir obedecer a regras e instruções, designadamente nas actividades de grupo (esperar na fila para lavar as mãos, actividades de teatro ou ginástica, etc), sem ser por oposição ou negação, mas por impossibilidade de cumprimento;
• dificuldade em organizar-se no quadro das actividades;
• evitar aceitar tarefas que obriguem a um esforço mental ou a decorar uma sequência de passos;
• perder muitos objectos – lápis, livros, jogos, blusões – e esquecer-se onde estão;
• ser constantemente distraído por estímulos externos – uma mosca, os sons dos automóveis, luzes, telefones a tocar;
• alhear-se das actividades se não estiver sempre a ser requerida a sua atenção.

A componente hiperactividade e hiperimpulsividade (decorrentes da dificuldade na gestão interna da informação e das situações) deve incluir quatro dos seguintes sintomas, durante pelo menos seis meses, e de intensidade fora do que é de esperar para uma criança desta idade:
• mexer constantemente os braços e as pernas, remexer-se demasiadamente na cadeira;
• não conseguir estar sentado na sala do jardim de infância, quando todos os outros conseguem, levantando-se com frequência;
• correr, saltar ou trepar “demais”, sobretudo em situações inapropriadas e fora do contexto dos outros meninos;
• dificuldade em jogos ou actividades que exijam calma e estar quieto;
• impulsividade em querer ser o primeiro em tudo e responder antes sequer de se acabar a pergunta;
• impulsividade, não conseguindo estar numa fila, sempre a sair, e a ir à frente e atrás.

No jardim de infância é difícil entender por vezes estes sintomas, dado que todos eles, sem excepção, podem integrar a imaturidade e o desenvolvimento normal de uma criança destas idades

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